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sexta-feira, 20 de maio de 2016

Razões para não deixar seu nome sujo

Olá galera, tudo bem?

Recentemente li um artigo do Gia de Bolso muito interessante sobre as 5 razões para você não deixar seu nome sujo.

Confira logo abaixo!


nome sujo
Muita gente não sabe, mas ficar com o nome sujo na praça pode trazer muitos transtornos para a sua vida. A cada vez que o consumidor deixa de cumprir qualquer compromisso financeiro ele corre o risco de ser colocado, pelo credor, no cadastro de inadimplentes do SPC Brasil, do Serasa Experian ou da Boa Vista SCPC.

Usuários do GuiaBolso conseguem no próprio aplicativo, por meio do Radar de CPF, verificar gratuitamente se há pendências financeiras em seu nome. De maneira geral, as empresas aguardam 30 dias para a quitação da dívida em atraso como política de bom relacionamento e entram em contato com o consumidor para cobrar o pagamento antes de encaminhar o nome para a lista de inadimplentes.

Mas quais são as consequências de ficar com o nome sujo? Confira a lista que preparamos e veja por quê você não deve deixar o seu nome no cadastro de inadimplência.

Nome sujo na praça

Quando uma pessoa é cadastrada como inadimplente, o prazo para prescrição da dívida é de cinco anos. Para sair da lista antes disso, a única forma é quitar ou renegociar a dívida e o pagamento dos juros diretamente com o credor.

Quem notifica os serviços de proteção de crédito que você já quitou o seu compromisso é a empresa credora. A partir da notificação, o seu nome sai da lista em até cinco dias.
Sem Crédito

Estar com o nome sujo na praça impede que você possa fazer compras financiadas, contratar seguros, firmar contratos de prestação de serviços e obter crédito de financiamento ou empréstimos em bancos ou instituições financeiras. O mesmo vale para abrir conta em banco, ter talão de cheque ou cartão de crédito.

Efeito Bola-de-Neve

Quando a pessoa deixa de honrar os compromissos financeiros, o resultado é sempre negativo: a cobrança de juros pode aumentar — e muito — a sua dívida. Além disso, em alguns casos é possível que o credor aplique os chamados juros compensatórios, que são juros cobrados para compensar a empresa por eventuais perdas decorrentes da falta de pagamento. Por isso, o melhor é manter os compromissos financeiros em dia para não acabar com uma dívida ainda maior.
Cobrança judicial

Alguns credores podem ir além de simplesmente colocar o nome da pessoa inadimplente nas listas de proteção ao crédito. Quando o valor devido é elevado, as empresas podem entrar com ações judiciais contra o devedor para pressionar a quitação da dívida.
Empregos e Concursos

Embora ter o nome sujo não seja um impedimento para assumir cargos públicos, as instituições financeiras públicas podem fazer uma restrição. A restrição é prevista em edital e há um prazo para que o candidato regularize a sua situação. Já no caso de empregos na iniciativa privada, ter o nome sujo na praça não é uma restrição.

No entanto, muitas empresas avaliam a situação de crédito dos candidatos e ter o nome sujo pode ser considerado um motivo para você não conseguir a vaga. É importante ressaltar que as empresas não podem deixar de contratar apenas por este motivo e que o candidato que se sentir lesado pode entrar na justiça.

O Serasa e o SPC se comunicam com os inadimplentes por correios, nunca por e-mail. Se alguém fizer contato com você por e-mail, é provável que seja uma tentativa de golpe. É possível consultar a sua situação de crédito pessoalmente em unidades do SPC, SERASA e SCPC gratuitamente. O GuiaBolso também oferece a consulta gratuita do CPF.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Você sabe se você tem um salário bom?

Um salário bom é a recompensa que todos desejam ter por um trabalho bem-feito, e você não é exceção! Independentemente do momento da vida profissional pelo qual você está passando, certamente você quer ser valorizado. E, como o salário recebido é uma recompensa que, ao menos em tese, deve corresponder ao tanto que se gera de valor a uma empresa, é comum se questionar se o seu salário é compatível com seus esforços.

Pense no valor de cada aspecto

Para avaliar corretamente sua situação salarial, é necessário considerar sua idade, formação, horas trabalhadas, entre outros aspectos envolvidos na questão. Também reflita sobre os benefícios inclusos em seu contrato de trabalho, e que você usufrui.

Muitas vezes, um salário nem tão alto é compensado por vale-refeição caprichado, convênio médico com excelente atendimento, colônia de férias, abonos salariais, dentre outras coisas. Ao analisar a situação salarial, tudo deve ser pensado!
Média do mercado: um indicador seguro

Há, para determinada profissão ou função, valores mínimos e máximos praticados pelas empresas. Usando esses referenciais, o mercado estabelece médias salariais, ou seja, valores médios pagos a profissionais com funções iguais.

Isso valor pode ser facilmente conferido, já que há até mesmo sites que mantêm bancos de dados confiáveis. Entre eles LoveMondays, Empregos.com. br e Salário BR — ambos com foco em pesquisa salarial.
Disponibilize seu currículo em algum site de empregos

Atualizar o currículo e ver como anda o mercado de trabalho é uma boa maneira de saber se o seu salário está na média ou abaixo dela. Preencha sua pretensão salarial com o quanto você ganha atualmente, e veja se desperta interesse nas empresas.

Dessa maneira, você ficará sabendo ainda se o mercado está favorável, ou, pelo contrário, ruim para quem busca recolocação profissional. Lembre-se: a lei da oferta e da procura vale também para cargos e salários! Em épocas difíceis é arriscado mudar de emprego!
Tenha muito claro o que esperar da empresa onde trabalha

Para saber exatamente se o salário que você ganha é bom, é necessário ter muito claros seus objetivos e perspectivas. Pode ser que a empresa para a qual você trabalha tenha um plano de carreira maravilhoso e totalmente possível de ser trilhado por você.

Nesse caso, pode ser um péssimo negócio você sair de seu emprego por um salário um pouco mais alto. Afinal, crescimento profissional agrega valores financeiros, e outros, como a satisfação de ver os resultados de suas ações.

Levadas em conta todas essas variáveis, se você está mesmo insatisfeito com o seu salário, é hora de providenciar mudanças. Nada de radicalismo: chegar para o empregador e falar abertamente sobre seu descontentamento salarial é uma atitude com poucas chances de ser bem recebida.

Reflita sobre seu momento de vida, pense nas possibilidades de reciclagem profissional. Quem sabe não é a hora certa para fazer a pós-graduação ou especialização que você sempre quis? Adquirir novos conhecimentos tem tudo para fazer seu valor no mercado de trabalho subir consideravelmente, e, dessa forma, você poderá alcançar o salário bom que tanto merece!

Está contente com o seu salário? Pensa em fazer algo para aumentá-lo? Comente!

Fonte: Guia de bolso